Quem é
- ministro do STF — STF (? a hoje) [evid]
- ministro do STF, relator da Operação Make Up — STF (10 set. 2026 a hoje) [evid]
- ministro do STF — STF (22 fev. 2024 a hoje) [evid]
Em 08/09/2026 Mendonça, em liminar a pedido do partido Novo, determinou o afastamento do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada, com apuração pela corregedoria da PF; submeteu a decisão ao referendo da Segunda Turma no mesmo dia. Em 09/09, Flávio Dino reintegrou ambos; depois, Fachin suspendeu as duas decisões e, segundo a Agência Brasil via News Rondônia, anulou os atos monocráticos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 8 set. 2026
- Fonte
- Mendonça determina afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF — Gazeta do Povo (Vinicius Macia), 8 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Número do procedimento não informado. O Migalhas data o afastamento como 'segunda-feira, 8 de setembro'; 08/09/2026 foi terça-feira. Fundamento da reintegração (ilegitimidade do partido) vem de resumo de buscador, não aberto.
- Confirmam
- Crise no STF: Ministros trocam acusações e processos mudam de mãos; PGR manifesta-se contra afastamento de diretores da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero
- Citados
- André Mendonça, Andrei Rodrigues, Leandro Almada, Flávio Dino, Edson Fachin, Partido Novo, Polícia Federal
- Estado
- Revisado
Em 15/09/2026 o Plenário do STF discutiu questão de ordem para julgar em conjunto as Pets 16.662 e 16.704: rejeitaram o julgamento conjunto Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça; acolheram Gilmar Mendes (autor da proposta), Moraes e Zanin; Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise sem votar; Nunes Marques declarou impedimento e Toffoli, suspeição.
Detalhes da evidência
- Fato
- 15 set. 2026
- Fonte
- Aliado de Moraes, Dino pede vista e adia decisão sobre abertura de investigação contra ministro do STF — Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF'), 16 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- O mérito da Pet 16.662 (pedido da PGR de nulidade e extinção) não foi julgado; só a questão de ordem sobre julgamento conjunto. Um resumo de buscador diz que Dino havia se manifestado antes pela análise conjunta, mas pediu que o voto não fosse computado; o Blog do Marcelo José diz que ele ainda não votou. O partido Novo teria pedido a anulação da vista (resumo de buscador).
- Confirmam
- Moraes diz não haver pedido de investigação; Fachin reforça plenário; F05 Stf Vista Suspende Julgamento Conjunto
- Citados
- Plenário do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 16.704 - procedimento aberto pela Presidência do STF a partir de pedido de Moraes (no Inq 4.781) para apurar a conduta de Mendonça na condução das Pets 15.041 e 15.556; informações de Moraes, Mendonça, PGR e PF; julgamento de 23/09/2026 retirado da pauta; aguarda parecer da PGR
- Estado
- Revisado
O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias foi realizado em Londres de 24 a 27/04/2024 e, segundo relatório da PF descrito pela piauí e pela Banda B, foi financiado quase integralmente pelo Banco Master. Gastos citados: hospedagem no The Peninsula entre 760 mil e 850 mil libras por três dias, degustação de uísque de cerca de R$ 3,3 milhões e média de R$ 145 mil por participante. Segundo a Banda B, participaram 22 dos mais de 60 convidados, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues, Hugo Motta e Paulo Gonet; Gilmar Mendes e Flávio Dino constam apenas da lista de convidados enviada por Moraes a Vorcaro, sem confirmação de comparecimento nessa fonte.
Detalhes da evidência
- Fato
- 24 abr. 2024 a 27 abr. 2024
- Fonte
- 'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Relatório da PF não examinado; piauí não aberta. Valores aproximados; a média por participante não deve ser somada aos totais. CONFLITO: o Poder360 (correção de 02/09/2026) informa que o plano de viagem do filho do PGR era para a 2ª edição (2025), que não ocorreu; a presença de Gonet na edição de 2024 aparece só na Banda B e não foi confirmada por outra fonte lida. A lista é de 'participantes citados', não de comparecimento comprovado para cada nome, exceto onde houver confirmação própria (Toffoli). Evento jurídico/acadêmico com financiamento privado não é, por si, ilícito; o relatório da PF diz não fazer juízo definitivo sobre conduta de autoridades.
- Citados
- Fórum Jurídico Brasil de Ideias, Banco Master, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet, Hugo Motta, Leonardo Serrano
- Estado
- Revisado
Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
- Confirmam
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
- Citados
- Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
- Confirmam
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
- Citados
- Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
- Estado
- Revisado
Fatos comprovados ou confirmados
Em 09/09/2026 o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu procedimentos que tratassem de possível investigação de integrantes do STF e determinou que esses casos fossem previamente remetidos à Presidência; segundo o Migalhas, suspendeu também as decisões conflitantes de Mendonça e Dino sobre a direção da PF e convocou sessão extraordinária do plenário para 15/09.
Detalhes da evidência
- Fato
- 9 set. 2026
- Fonte
- Fachin centraliza na Presidência processos ligados ao Master e ao INSS — Migalhas, 12 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Despacho não examinado. O Migalhas não informa a data exata do ato que suspendeu as liminares de Mendonça e Dino; a data de 09/09 aplica-se à decisão que suspendeu procedimentos sobre investigação de ministros.
- Confirmam
- Fachin tira relatoria de Mendonça e assume caso ligado a Moraes e Vorcaro; Crise no STF: Ministros trocam acusações e processos mudam de mãos
- Citados
- Edson Fachin, André Mendonça, Flávio Dino, Presidência do Supremo Tribunal Federal
- Estado
- Documentado
Em 08/09/2026 Mendonça, em liminar a pedido do partido Novo, determinou o afastamento do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada, com apuração pela corregedoria da PF; submeteu a decisão ao referendo da Segunda Turma no mesmo dia. Em 09/09, Flávio Dino reintegrou ambos; depois, Fachin suspendeu as duas decisões e, segundo a Agência Brasil via News Rondônia, anulou os atos monocráticos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 8 set. 2026
- Fonte
- Mendonça determina afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF — Gazeta do Povo (Vinicius Macia), 8 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Número do procedimento não informado. O Migalhas data o afastamento como 'segunda-feira, 8 de setembro'; 08/09/2026 foi terça-feira. Fundamento da reintegração (ilegitimidade do partido) vem de resumo de buscador, não aberto.
- Confirmam
- Crise no STF: Ministros trocam acusações e processos mudam de mãos; PGR manifesta-se contra afastamento de diretores da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero
- Citados
- André Mendonça, Andrei Rodrigues, Leandro Almada, Flávio Dino, Edson Fachin, Partido Novo, Polícia Federal
- Estado
- Revisado
Em 15/09/2026 o Plenário do STF discutiu questão de ordem para julgar em conjunto as Pets 16.662 e 16.704: rejeitaram o julgamento conjunto Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça; acolheram Gilmar Mendes (autor da proposta), Moraes e Zanin; Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise sem votar; Nunes Marques declarou impedimento e Toffoli, suspeição.
Detalhes da evidência
- Fato
- 15 set. 2026
- Fonte
- Aliado de Moraes, Dino pede vista e adia decisão sobre abertura de investigação contra ministro do STF — Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF'), 16 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- O mérito da Pet 16.662 (pedido da PGR de nulidade e extinção) não foi julgado; só a questão de ordem sobre julgamento conjunto. Um resumo de buscador diz que Dino havia se manifestado antes pela análise conjunta, mas pediu que o voto não fosse computado; o Blog do Marcelo José diz que ele ainda não votou. O partido Novo teria pedido a anulação da vista (resumo de buscador).
- Confirmam
- Moraes diz não haver pedido de investigação; Fachin reforça plenário; F05 Stf Vista Suspende Julgamento Conjunto
- Citados
- Plenário do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 16.704 - procedimento aberto pela Presidência do STF a partir de pedido de Moraes (no Inq 4.781) para apurar a conduta de Mendonça na condução das Pets 15.041 e 15.556; informações de Moraes, Mendonça, PGR e PF; julgamento de 23/09/2026 retirado da pauta; aguarda parecer da PGR
- Estado
- Revisado
Segundo a fonte, Flávio Dino é ministro do STF desde 22/02/2024.
Detalhes da evidência
- Fato
- 22 fev. 2024
- Fonte
- Flávio Dino toma posse como ministro do STF nesta quinta-feira (22) — Supremo Tribunal Federal, 21 fev. 2024
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Página examinada; datas conforme o texto.
- Citados
- Flávio Dino, STF
- Estado
- Documentado
Alegações, fontes únicas e contestações
O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.
Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.
Detalhes da evidência
- Fato
- 12 fev. 2026
- Fonte
- Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
- Citados
- STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
- Estado
- Documentado
Pelas regras do STF, Dino tem 90 dias para devolver o processo; passado o prazo sem devolução, o julgamento é liberado automaticamente; cabe ao presidente pautar a retomada.
Detalhes da evidência
- Fato
- 15 set. 2026
- Fonte
- STF decide sobre investigação de Alexandre de Moraes em caso Banco Master — A Crítica de Campo Grande (Ricardo Eugenio), 14 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- A reportagem (14/09, antes da sessão) descreve a regra geral do pedido de vista, não uma decisão específica; a data da devolução não é conhecida.
- Citados
- Flávio Dino, Edson Fachin, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026
- Estado
- Documentado
O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias foi realizado em Londres de 24 a 27/04/2024 e, segundo relatório da PF descrito pela piauí e pela Banda B, foi financiado quase integralmente pelo Banco Master. Gastos citados: hospedagem no The Peninsula entre 760 mil e 850 mil libras por três dias, degustação de uísque de cerca de R$ 3,3 milhões e média de R$ 145 mil por participante. Segundo a Banda B, participaram 22 dos mais de 60 convidados, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues, Hugo Motta e Paulo Gonet; Gilmar Mendes e Flávio Dino constam apenas da lista de convidados enviada por Moraes a Vorcaro, sem confirmação de comparecimento nessa fonte.
Detalhes da evidência
- Fato
- 24 abr. 2024 a 27 abr. 2024
- Fonte
- 'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Relatório da PF não examinado; piauí não aberta. Valores aproximados; a média por participante não deve ser somada aos totais. CONFLITO: o Poder360 (correção de 02/09/2026) informa que o plano de viagem do filho do PGR era para a 2ª edição (2025), que não ocorreu; a presença de Gonet na edição de 2024 aparece só na Banda B e não foi confirmada por outra fonte lida. A lista é de 'participantes citados', não de comparecimento comprovado para cada nome, exceto onde houver confirmação própria (Toffoli). Evento jurídico/acadêmico com financiamento privado não é, por si, ilícito; o relatório da PF diz não fazer juízo definitivo sobre conduta de autoridades.
- Citados
- Fórum Jurídico Brasil de Ideias, Banco Master, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet, Hugo Motta, Leonardo Serrano
- Estado
- Revisado
Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
- Confirmam
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
- Citados
- Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
- Fato
- 10 set. 2026
- Fonte
- Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
- Confirmam
- Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
- Citados
- Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
- Estado
- Revisado
Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
- Fato
- jun. 2024
- Fonte
- Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme — Correio do Estado (Eduardo Miranda), 13 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Conflito entre as duas reportagens sobre quem destinou as emendas e sobre a ONG beneficiária; segundo a Secretaria estadual de Cultura (Pública), a verba não foi repassada porque a ANC não entregou documentação. Não há demonstração de que o dinheiro tenha chegado ao filme. Frias disse ao STF, em maio, que as emendas não foram usadas para financiar o filme (Brasil 247).
- Confirmam
- Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas; Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
- Citados
- Academia Nacional de Cultura (ANC), Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Flávio Dino
- Estado
- Revisado