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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Flávio Dino

Ministro do STF; consta da lista de convidados do fórum de Londres de 2024 enviada por Moraes a Vorcaro (Banda B, via PF/piauí); comparecimento não confirmado nas fontes lidas.

Revisado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

  • ministro do STF — STF (? a hoje) [evid]
  • ministro do STF, relator da Operação Make Up — STF (10 set. 2026 a hoje) [evid]
  • ministro do STF — STF (22 fev. 2024 a hoje) [evid]

Em 08/09/2026 Mendonça, em liminar a pedido do partido Novo, determinou o afastamento do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada, com apuração pela corregedoria da PF; submeteu a decisão ao referendo da Segunda Turma no mesmo dia. Em 09/09, Flávio Dino reintegrou ambos; depois, Fachin suspendeu as duas decisões e, segundo a Agência Brasil via News Rondônia, anulou os atos monocráticos.

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-mendonca-afasta-andrei
Detalhes da evidência
Fato
8 set. 2026
Fonte
Mendonça determina afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF — Gazeta do Povo (Vinicius Macia), 8 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do procedimento não informado. O Migalhas data o afastamento como 'segunda-feira, 8 de setembro'; 08/09/2026 foi terça-feira. Fundamento da reintegração (ilegitimidade do partido) vem de resumo de buscador, não aberto.
Confirmam
Crise no STF: Ministros trocam acusações e processos mudam de mãos; PGR manifesta-se contra afastamento de diretores da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero
Citados
André Mendonça, Andrei Rodrigues, Leandro Almada, Flávio Dino, Edson Fachin, Partido Novo, Polícia Federal
Estado
Revisado

Em 15/09/2026 o Plenário do STF discutiu questão de ordem para julgar em conjunto as Pets 16.662 e 16.704: rejeitaram o julgamento conjunto Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça; acolheram Gilmar Mendes (autor da proposta), Moraes e Zanin; Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise sem votar; Nunes Marques declarou impedimento e Toffoli, suspeição.

Confirmado por fontes independentesFonte: Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF') · original (abre em nova aba)seções 'Placar parcial' e 'Impedimento e suspeição'#f05-plenario-2026-09-15
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2026
Fonte
Aliado de Moraes, Dino pede vista e adia decisão sobre abertura de investigação contra ministro do STF — Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF'), 16 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O mérito da Pet 16.662 (pedido da PGR de nulidade e extinção) não foi julgado; só a questão de ordem sobre julgamento conjunto. Um resumo de buscador diz que Dino havia se manifestado antes pela análise conjunta, mas pediu que o voto não fosse computado; o Blog do Marcelo José diz que ele ainda não votou. O partido Novo teria pedido a anulação da vista (resumo de buscador).
Confirmam
Moraes diz não haver pedido de investigação; Fachin reforça plenário; F05 Stf Vista Suspende Julgamento Conjunto
Citados
Plenário do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 16.704 - procedimento aberto pela Presidência do STF a partir de pedido de Moraes (no Inq 4.781) para apurar a conduta de Mendonça na condução das Pets 15.041 e 15.556; informações de Moraes, Mendonça, PGR e PF; julgamento de 23/09/2026 retirado da pauta; aguarda parecer da PGR
Estado
Revisado

O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias foi realizado em Londres de 24 a 27/04/2024 e, segundo relatório da PF descrito pela piauí e pela Banda B, foi financiado quase integralmente pelo Banco Master. Gastos citados: hospedagem no The Peninsula entre 760 mil e 850 mil libras por três dias, degustação de uísque de cerca de R$ 3,3 milhões e média de R$ 145 mil por participante. Segundo a Banda B, participaram 22 dos mais de 60 convidados, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues, Hugo Motta e Paulo Gonet; Gilmar Mendes e Flávio Dino constam apenas da lista de convidados enviada por Moraes a Vorcaro, sem confirmação de comparecimento nessa fonte.

Fonte únicaFonte: Banda B · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f06-londres-forum-2024
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2024 a 27 abr. 2024
Fonte
'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Relatório da PF não examinado; piauí não aberta. Valores aproximados; a média por participante não deve ser somada aos totais. CONFLITO: o Poder360 (correção de 02/09/2026) informa que o plano de viagem do filho do PGR era para a 2ª edição (2025), que não ocorreu; a presença de Gonet na edição de 2024 aparece só na Banda B e não foi confirmada por outra fonte lida. A lista é de 'participantes citados', não de comparecimento comprovado para cada nome, exceto onde houver confirmação própria (Toffoli). Evento jurídico/acadêmico com financiamento privado não é, por si, ilícito; o relatório da PF diz não fazer juízo definitivo sobre conduta de autoridades.
Citados
Fórum Jurídico Brasil de Ideias, Banco Master, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet, Hugo Motta, Leonardo Serrano
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.

Fonte únicaGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seção "Medidas cautelares" e "A operação"#f11-make-up-cautelares
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
Confirmam
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
Citados
Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
Estado
Revisado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Fatos comprovados ou confirmados

Em 09/09/2026 o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu procedimentos que tratassem de possível investigação de integrantes do STF e determinou que esses casos fossem previamente remetidos à Presidência; segundo o Migalhas, suspendeu também as decisões conflitantes de Mendonça e Dino sobre a direção da PF e convocou sessão extraordinária do plenário para 15/09.

Confirmado por fontes independentesFonte: Migalhas · original (abre em nova aba)parágrafo sobre decisão anterior de 9 de setembro#f05-fachin-2026-09-09-suspende
Detalhes da evidência
Fato
9 set. 2026
Fonte
Fachin centraliza na Presidência processos ligados ao Master e ao INSS — Migalhas, 12 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Despacho não examinado. O Migalhas não informa a data exata do ato que suspendeu as liminares de Mendonça e Dino; a data de 09/09 aplica-se à decisão que suspendeu procedimentos sobre investigação de ministros.
Confirmam
Fachin tira relatoria de Mendonça e assume caso ligado a Moraes e Vorcaro; Crise no STF: Ministros trocam acusações e processos mudam de mãos
Citados
Edson Fachin, André Mendonça, Flávio Dino, Presidência do Supremo Tribunal Federal
Estado
Documentado

Em 08/09/2026 Mendonça, em liminar a pedido do partido Novo, determinou o afastamento do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada, com apuração pela corregedoria da PF; submeteu a decisão ao referendo da Segunda Turma no mesmo dia. Em 09/09, Flávio Dino reintegrou ambos; depois, Fachin suspendeu as duas decisões e, segundo a Agência Brasil via News Rondônia, anulou os atos monocráticos.

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-mendonca-afasta-andrei
Detalhes da evidência
Fato
8 set. 2026
Fonte
Mendonça determina afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF — Gazeta do Povo (Vinicius Macia), 8 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do procedimento não informado. O Migalhas data o afastamento como 'segunda-feira, 8 de setembro'; 08/09/2026 foi terça-feira. Fundamento da reintegração (ilegitimidade do partido) vem de resumo de buscador, não aberto.
Confirmam
Crise no STF: Ministros trocam acusações e processos mudam de mãos; PGR manifesta-se contra afastamento de diretores da Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero
Citados
André Mendonça, Andrei Rodrigues, Leandro Almada, Flávio Dino, Edson Fachin, Partido Novo, Polícia Federal
Estado
Revisado

Em 15/09/2026 o Plenário do STF discutiu questão de ordem para julgar em conjunto as Pets 16.662 e 16.704: rejeitaram o julgamento conjunto Fachin, Cármen Lúcia, Fux e Mendonça; acolheram Gilmar Mendes (autor da proposta), Moraes e Zanin; Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise sem votar; Nunes Marques declarou impedimento e Toffoli, suspeição.

Confirmado por fontes independentesFonte: Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF') · original (abre em nova aba)seções 'Placar parcial' e 'Impedimento e suspeição'#f05-plenario-2026-09-15
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2026
Fonte
Aliado de Moraes, Dino pede vista e adia decisão sobre abertura de investigação contra ministro do STF — Blog do Marcelo José (crédito 'Informações do STF'), 16 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O mérito da Pet 16.662 (pedido da PGR de nulidade e extinção) não foi julgado; só a questão de ordem sobre julgamento conjunto. Um resumo de buscador diz que Dino havia se manifestado antes pela análise conjunta, mas pediu que o voto não fosse computado; o Blog do Marcelo José diz que ele ainda não votou. O partido Novo teria pedido a anulação da vista (resumo de buscador).
Confirmam
Moraes diz não haver pedido de investigação; Fachin reforça plenário; F05 Stf Vista Suspende Julgamento Conjunto
Citados
Plenário do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026, Pet 16.704 - procedimento aberto pela Presidência do STF a partir de pedido de Moraes (no Inq 4.781) para apurar a conduta de Mendonça na condução das Pets 15.041 e 15.556; informações de Moraes, Mendonça, PGR e PF; julgamento de 23/09/2026 retirado da pauta; aguarda parecer da PGR
Estado
Revisado

Segundo a fonte, Flávio Dino é ministro do STF desde 22/02/2024.

Comprovado por documentoFonte: Supremo Tribunal Federal · original (abre em nova aba)posse em 22/02/2024#f15-L4-dino-ministro-stf
Detalhes da evidência
Fato
22 fev. 2024
Fonte
Flávio Dino toma posse como ministro do STF nesta quinta-feira (22) — Supremo Tribunal Federal, 21 fev. 2024
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Página examinada; datas conforme o texto.
Citados
Flávio Dino, STF
Estado
Documentado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Nota assinada pelos dez ministros do STF em 12/02/2026 declarou não ser caso de arguição de suspeição (art. 107 do CPP; art. 280 do Regimento), reconheceu a validade dos atos de Toffoli na Reclamação 88.121 e processos vinculados, disse que ele atendeu a todos os pedidos da PF e da PGR e atendeu a pedido dele de redistribuição livre dos processos.

Detalhes da evidência
Fato
12 fev. 2026
Fonte
Toffoli deixa relatoria de investigação sobre o Banco Master — Agência Brasil (André Richter), 12 fev. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Texto da nota descrito pela Agência Brasil; a nota em si não foi aberta. Ela afirma não haver suspeição, ao mesmo tempo em que Toffoli saiu da relatoria.
Citados
STF, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, André Mendonça, Kassio Nunes Marques, Cristiano Zanin, Flávio Dino
Estado
Documentado

Pelas regras do STF, Dino tem 90 dias para devolver o processo; passado o prazo sem devolução, o julgamento é liberado automaticamente; cabe ao presidente pautar a retomada.

Fonte únicaFonte: A Crítica de Campo Grande · original (abre em nova aba)parágrafo sobre pedido de vista#f05-vista-dino-prazo
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2026
Fonte
STF decide sobre investigação de Alexandre de Moraes em caso Banco Master — A Crítica de Campo Grande (Ricardo Eugenio), 14 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A reportagem (14/09, antes da sessão) descreve a regra geral do pedido de vista, não uma decisão específica; a data da devolução não é conhecida.
Citados
Flávio Dino, Edson Fachin, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026
Estado
Documentado

O 1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias foi realizado em Londres de 24 a 27/04/2024 e, segundo relatório da PF descrito pela piauí e pela Banda B, foi financiado quase integralmente pelo Banco Master. Gastos citados: hospedagem no The Peninsula entre 760 mil e 850 mil libras por três dias, degustação de uísque de cerca de R$ 3,3 milhões e média de R$ 145 mil por participante. Segundo a Banda B, participaram 22 dos mais de 60 convidados, entre eles Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues, Hugo Motta e Paulo Gonet; Gilmar Mendes e Flávio Dino constam apenas da lista de convidados enviada por Moraes a Vorcaro, sem confirmação de comparecimento nessa fonte.

Fonte únicaFonte: Banda B · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f06-londres-forum-2024
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2024 a 27 abr. 2024
Fonte
'Fui porque Moraes chamou': Toffoli se explica sobre evento pago por Vorcaro em Londres — Banda B (Cecilia Sizanoski), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Relatório da PF não examinado; piauí não aberta. Valores aproximados; a média por participante não deve ser somada aos totais. CONFLITO: o Poder360 (correção de 02/09/2026) informa que o plano de viagem do filho do PGR era para a 2ª edição (2025), que não ocorreu; a presença de Gonet na edição de 2024 aparece só na Banda B e não foi confirmada por outra fonte lida. A lista é de 'participantes citados', não de comparecimento comprovado para cada nome, exceto onde houver confirmação própria (Toffoli). Evento jurídico/acadêmico com financiamento privado não é, por si, ilícito; o relatório da PF diz não fazer juízo definitivo sobre conduta de autoridades.
Citados
Fórum Jurídico Brasil de Ideias, Banco Master, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Andrei Rodrigues, Paulo Gonet, Hugo Motta, Leonardo Serrano
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.

Fonte únicaGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seção "Medidas cautelares" e "A operação"#f11-make-up-cautelares
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
Confirmam
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
Citados
Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
Estado
Revisado

Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.

ContestadoFonte: Correio do Estado · original (abre em nova aba)Correio do Estado, "Valores"; Agência Pública, "ONGs"#f11-emendas-pix-2-6
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
jun. 2024
Fonte
Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme — Correio do Estado (Eduardo Miranda), 13 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Conflito entre as duas reportagens sobre quem destinou as emendas e sobre a ONG beneficiária; segundo a Secretaria estadual de Cultura (Pública), a verba não foi repassada porque a ANC não entregou documentação. Não há demonstração de que o dinheiro tenha chegado ao filme. Frias disse ao STF, em maio, que as emendas não foram usadas para financiar o filme (Brasil 247).
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas; Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
Citados
Academia Nacional de Cultura (ANC), Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Flávio Dino
Estado
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O que ainda não se sabe

  • Fundamento da reintegração só em resumo de buscador.
  • Participação sem confirmação própria nem segunda fonte
  • Resposta não localizada