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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Karina Gama

Presidente do Instituto Conhecer Brasil, que recebeu emendas, alvo da Operação Make Up. Proprietária ou sócia da Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme; também preside a Academia Nacional de Cultura e dirige o Instituto Conhecer Brasil, alvos da Operação Make Up. Sua defesa diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.

Documentado Contém acusação grave — revisão editorial humana pendente

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

  • sócia/proprietária da Go Up Entertainment; presidente da ANC; diretora do ICB (Agência Pública, 18/05/2026) — Go Up Entertainment LLC (? a hoje) [evid]

Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seções "Estrutura societária", "ONGs" e "Personagens"#f11-frias-karina-papeis
Detalhes da evidência
Fato
18 maio 2026
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Coluna de opinião e apuração; não informa CNPJs nem signatários de contratos. O papel de Frias como produtor executivo é afirmado em contrato (Estado de Minas) e negado em parte por sua defesa quanto a Eduardo.
Confirmam
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato; Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Mario Frias, Karina Gama, Go Up Entertainment LLC, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC)
Estado
Revisado

Michael Brian Davis identificou-se, em e-mail de 02/09/2026 a Karina Ferreira da Gama, como sócio majoritário da Go Up Entertainment LLC, empresa dos EUA; a Agência Pública descreve Davis como sócio de Karina na Go Up nos EUA e Karina como sócia da Go Up.

Fonte únicaFonte: SBT News · original (abre em nova aba)trecho sobre o e-mail de Davis; Agência Pública, seção "Estrutura societária"#f11-go-up-estrutura

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
2 set. 2026
Fonte
Produtor de Dark Horse rejeitou dados à PF sem aval dos EUA — SBT News, set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Reportagens divergem sobre a estrutura societária (ver relatório); não foi encontrado registro oficial (Junta, Receita ou registro estadual dos EUA) lido pelo projeto. A coluna da Pública não informa CNPJ.
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas
Citados
Go Up Entertainment LLC, Michael Davis, Karina Gama
Estado
Revisado

A Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, criada por Karina Gama em 2005, recebeu ao menos R$ 1 milhão do ICB em transferência única entre 01/12/2025 e 02/02/2026; a Go7 não aparece formalmente como produtora de Dark Horse no registro da Ancine, mas é citada no folder do filme como parte da joint venture que deu origem à Go Up.

Fonte únicaFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Empresas e pessoas" e "Contexto"#f11-go7-icb-anc
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Informação da PF/Estadão; o objeto da transferência não foi esclarecido na reportagem.
Citados
Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.

Fonte únicaGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seção "Medidas cautelares" e "A operação"#f11-make-up-cautelares
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
Confirmam
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
Citados
Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
Estado
Revisado

Karina Gama registrou em cartório, em 03/09/2026, declaração de que recebeu três contatos entre maio e setembro de 2026 sugerindo delação premiada para evitar "complicações" judiciais; citou um empresário (que disse ser próximo de Dino, o que ele negou à CNN), um pastor e um jornalista; não anexou provas.

Detalhes da evidência
Fato
3 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da parte, sem provas; não toca no financiamento de Vorcaro; Karina afirma que não presenciou conversas com o ministro e não tem elementos para confirmar que ele soubesse. Incluída para registrar o contexto da Make Up.
Citados
Karina Gama, Polícia Federal
Estado
Revisado

A PF enviou ofício a Karina Ferreira da Gama em 19/08/2026, com prazo de dez dias, pedindo contratos, comprovantes de pagamento, instrumentos de câmbio, notas fiscais, documentos societários, bancários e informações sobre o financiamento do filme; em e-mail de 02/09/2026, Michael Davis disse não autorizar o envio direto desses documentos a autoridades brasileiras, que devem ser pedidos por cooperação jurídica internacional, com ordem de juiz americano.

Fonte únicaFonte: SBT News · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f11-go-up-oficio-davis

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Michael Davis (2 set. 2026): Em e-mail à produtora brasileira, Davis disse não autorizar o envio direto de documentos societários, contábeis, fiscais, bancários ou contratuais a autoridades brasileiras e que pedidos devem seguir cooperação jurídica internacional, com ordem de juiz americano e direito de defesa.
Detalhes da evidência
Fato
2 set. 2026
Fonte
Produtor de Dark Horse rejeitou dados à PF sem aval dos EUA — SBT News, set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
E-mail descrito por reportagem. A Agência Brasil (12/09) diz que Davis respondeu que os documentos mantidos nos EUA não devem ser enviados diretamente. Fontes divergem sobre o que a Go Up já entregou (o Diario de Pernambuco diz que nenhum documento foi entregue; resumos de buscador citam notas fiscais e contratos de atores brasileiros): não resolvido. A recusa se funda em procedimento, não é admissão de irregularidade.
Confirmam
Produtor dos EUA impôs condições para liberar dados de Dark Horse; PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse
Citados
Polícia Federal, Karina Gama, Michael Davis, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Procedimentos oficiais e situação

Situação por processo e por data. A linha mais recente de cada processo é a situação conhecida mais atual — não necessariamente a de hoje.

Inquérito (PET sigilosa vinculada ao INQ 5026) sobre financiamento do filme Dark Horse com recursos atribuídos a Vorcaro; PF pediu mais 90 dias em 15/10/2026

  • Citado 19 ago. 2026 · mais recente — Destinatária de ofício da PF com prazo de dez dias; é alvo em outro procedimento (Operação Make Up). [evid]

Operação Make Up (PF, 10/09/2026): suposto desvio de emendas parlamentares, com apuração de possível ligação com o financiamento de Dark Horse; relator Flávio Dino

  • Investigado 10 set. 2026 [evid]
  • Alvo de busca e apreensão 10 set. 2026 [evid]
  • Medida cautelar 10 set. 2026 · mais recente — Recolhimento de passaporte e vedação de comunicação, segundo a Gazeta do Povo. [evid]

Fatos comprovados ou confirmados

Nenhum fato com comprovação documental ou confirmação independente registrado até agora.

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Michael Brian Davis identificou-se, em e-mail de 02/09/2026 a Karina Ferreira da Gama, como sócio majoritário da Go Up Entertainment LLC, empresa dos EUA; a Agência Pública descreve Davis como sócio de Karina na Go Up nos EUA e Karina como sócia da Go Up.

Fonte únicaFonte: SBT News · original (abre em nova aba)trecho sobre o e-mail de Davis; Agência Pública, seção "Estrutura societária"#f11-go-up-estrutura

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
2 set. 2026
Fonte
Produtor de Dark Horse rejeitou dados à PF sem aval dos EUA — SBT News, set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Reportagens divergem sobre a estrutura societária (ver relatório); não foi encontrado registro oficial (Junta, Receita ou registro estadual dos EUA) lido pelo projeto. A coluna da Pública não informa CNPJ.
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas
Citados
Go Up Entertainment LLC, Michael Davis, Karina Gama
Estado
Revisado

A PF enviou ofício a Karina Ferreira da Gama em 19/08/2026, com prazo de dez dias, pedindo contratos, comprovantes de pagamento, instrumentos de câmbio, notas fiscais, documentos societários, bancários e informações sobre o financiamento do filme; em e-mail de 02/09/2026, Michael Davis disse não autorizar o envio direto desses documentos a autoridades brasileiras, que devem ser pedidos por cooperação jurídica internacional, com ordem de juiz americano.

Fonte únicaFonte: SBT News · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f11-go-up-oficio-davis

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Michael Davis (2 set. 2026): Em e-mail à produtora brasileira, Davis disse não autorizar o envio direto de documentos societários, contábeis, fiscais, bancários ou contratuais a autoridades brasileiras e que pedidos devem seguir cooperação jurídica internacional, com ordem de juiz americano e direito de defesa.
Detalhes da evidência
Fato
2 set. 2026
Fonte
Produtor de Dark Horse rejeitou dados à PF sem aval dos EUA — SBT News, set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
E-mail descrito por reportagem. A Agência Brasil (12/09) diz que Davis respondeu que os documentos mantidos nos EUA não devem ser enviados diretamente. Fontes divergem sobre o que a Go Up já entregou (o Diario de Pernambuco diz que nenhum documento foi entregue; resumos de buscador citam notas fiscais e contratos de atores brasileiros): não resolvido. A recusa se funda em procedimento, não é admissão de irregularidade.
Confirmam
Produtor dos EUA impôs condições para liberar dados de Dark Horse; PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse
Citados
Polícia Federal, Karina Gama, Michael Davis, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Segundo a Agência Pública, Mário Frias é o autor da história original de Dark Horse e foi secretário de Cultura no governo Bolsonaro e depois deputado federal; Karina Ferreira da Gama é sócia da Go Up, preside a Academia Nacional de Cultura (ANC) e é diretora do Instituto Conhecer Brasil (ICB).

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)seções "Estrutura societária", "ONGs" e "Personagens"#f11-frias-karina-papeis
Detalhes da evidência
Fato
18 maio 2026
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Coluna de opinião e apuração; não informa CNPJs nem signatários de contratos. O papel de Frias como produtor executivo é afirmado em contrato (Estado de Minas) e negado em parte por sua defesa quanto a Eduardo.
Confirmam
Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato; Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Mario Frias, Karina Gama, Go Up Entertainment LLC, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC)
Estado
Revisado

A Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, criada por Karina Gama em 2005, recebeu ao menos R$ 1 milhão do ICB em transferência única entre 01/12/2025 e 02/02/2026; a Go7 não aparece formalmente como produtora de Dark Horse no registro da Ancine, mas é citada no folder do filme como parte da joint venture que deu origem à Go Up.

Fonte únicaFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Empresas e pessoas" e "Contexto"#f11-go7-icb-anc
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Informação da PF/Estadão; o objeto da transferência não foi esclarecido na reportagem.
Citados
Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Em 10/09/2026, a PF cumpriu 49 mandados da Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino, com buscas contra Go7, ICB, GoUp Entertainment e Karina Gama; o alvo político é o deputado Mário Frias, que enviou R$ 2 milhões em emendas ao ICB. A suspeita relatada pelo Estadão é que parte dos recursos tenha financiado o filme; a PF diz que ainda não há comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora, mas aponta relevância na proximidade temporal.

ContestadoGraveFonte: Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo) · original (abre em nova aba)seções "Operação e decisão", "Valores" e "Contexto"#f11-make-up-hipotese
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda — Diario de Pernambuco (Estadão Conteúdo), 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Frente separada (emendas), sem Vorcaro; a ligação com Dark Horse é hipótese, e a própria PF reconhece que não há comprovação de origem direta. Frias chama a operação de "cortina de fumaça" em ano eleitoral e nega irregularidades; a reportagem não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Confirmam
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação; Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme
Citados
Polícia Federal, Flávio Dino, Mario Frias, Karina Gama, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Go7 Assessoria Produção e Marketing Cultural, Go Up Entertainment LLC
Estado
Revisado

Dino decretou interdição total das atividades do ICB e da ANC, proibição de a Go Up e outras empresas investigadas participarem de licitações, recolhimento de passaportes e vedação de comunicação entre investigados; a Make Up apura organização criminosa para direcionar e desviar emendas ao ICB e à ANC, geridas por Karina, com auditorias da CGU e da PF apontando simulação de cotações, empresas sem estrutura, sobrepreço e falta de comprovação de execução.

Fonte únicaGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seção "Medidas cautelares" e "A operação"#f11-make-up-cautelares
Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
10 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Medidas cautelares não são condenação. A suspeita de triangulação (a Go Up recebeu recursos de empresas contratadas com verba de emendas e de repasses de Frias) é hipótese citada pela reportagem. Karina nega ilícitos e diz que a produção ocorreu dentro da legalidade.
Confirmam
Produtora ligada a Dark Horse recebeu ao menos R$ 1 milhão de ONG suspeita de desviar emenda
Citados
Flávio Dino, Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC), Go Up Entertainment LLC, Karina Gama
Estado
Revisado

Karina Gama registrou em cartório, em 03/09/2026, declaração de que recebeu três contatos entre maio e setembro de 2026 sugerindo delação premiada para evitar "complicações" judiciais; citou um empresário (que disse ser próximo de Dino, o que ele negou à CNN), um pastor e um jornalista; não anexou provas.

Detalhes da evidência
Fato
3 set. 2026
Fonte
Produtora do filme Dark Horse diz ter sido pressionada a fazer delação — Gazeta do Povo, 10 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da parte, sem provas; não toca no financiamento de Vorcaro; Karina afirma que não presenciou conversas com o ministro e não tem elementos para confirmar que ele soubesse. Incluída para registrar o contexto da Make Up.
Citados
Karina Gama, Polícia Federal
Estado
Revisado

Emendas Pix de 2024 somando R$ 2,6 milhões foram destinadas a uma ONG presidida pela sócia da produtora (a ANC, segundo a Agência Pública, que diz que o valor foi enviado ao governo paulista em junho de 2024 e ainda não repassado); os parlamentares divergem entre as reportagens (Correio do Estado: Mário Frias, Marcos Pollon e Bia Kicis; Agência Pública: Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollon). Dino pediu explicações para verificar se o repasse financiou o filme.

ContestadoFonte: Correio do Estado · original (abre em nova aba)Correio do Estado, "Valores"; Agência Pública, "ONGs"#f11-emendas-pix-2-6
Mario Frias (10 set. 2026): Frias chamou a operação de "cortina de fumaça" em período eleitoral e negou irregularidade; em maio disse ao STF que as emendas enviadas às entidades não financiaram o filme (Brasil 247). O Estadão não obteve retorno das defesas de Karina e Frias.
Detalhes da evidência
Fato
jun. 2024
Fonte
Além de Daniel Vorcaro, deputado de MS também ajudou a bancar filme — Correio do Estado (Eduardo Miranda), 13 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Conflito entre as duas reportagens sobre quem destinou as emendas e sobre a ONG beneficiária; segundo a Secretaria estadual de Cultura (Pública), a verba não foi repassada porque a ANC não entregou documentação. Não há demonstração de que o dinheiro tenha chegado ao filme. Frias disse ao STF, em maio, que as emendas não foram usadas para financiar o filme (Brasil 247).
Confirmam
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas; Dark Horse: PF identifica 'severa' divergência milionária em recursos para filme sobre Bolsonaro
Citados
Academia Nacional de Cultura (ANC), Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Flávio Dino
Estado
Revisado

A Agência Pública registra que o ICB, onde Karina é diretora, tem contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar pontos de Wi-Fi na periferia, sob investigação do Ministério Público de São Paulo; o Metrópoles escreve que o ICB é investigado por suspeita de ter desviado dinheiro desse contrato para financiar o filme e que a Polícia Civil realizou operação em 01/06/2026 associada à representante do ICB.

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)Pública, tabela "Contratos com a Prefeitura"; Metrópoles, "Contexto da investigação"#f11-icb-contrato-108
Detalhes da evidência
Fato
2024
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A Pública não informa a data nem os signatários do contrato; o Metrópoles associa a operação da Polícia Civil à representante do ICB sem detalhar o inquérito; nenhum documento da Polícia Civil ou do MP-SP foi aberto. Tema de F12 (São Paulo). Registrado só para delimitar a hipótese e evitar fusão com o dinheiro de Vorcaro.
Confirmam
Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Prefeitura de São Paulo
Estado
Revisado

Resposta

out. 2026 · A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas. [fonte]

O que ainda não se sabe

  • Defesa não localizada.
  • Estrutura societária da Go Up diverge entre reportagens.
  • Quem assinou os contratos do ICB com a Prefeitura não é informado pela Pública.