Quem é
- deputado federal por São Paulo (mandato descrito pelo Metrópoles como cassado; data do término não verificada); tratado como ex-deputado pela Agência Brasil em 2026 — Câmara dos Deputados · SP (? a hoje) [evid]
- Deputado federal — Câmara dos Deputados · SP (fev. 2015 a 18 dez. 2025) [evid]
Filiação partidária
Partido por período. Em cada fato, vale o partido da data; partido é contexto, não prova de responsabilidade.
- PL (? a hoje) — Partido citado nas reportagens de 2026; início da filiação e partido nas datas dos fatos (2024-2025) não verificados nesta frente. Partido atual com referência em 2026-10-17. Conferir com a F15. [evid]
- PSC (fev. 2015 a 26 mar. 2018) [evid]
- PSL (27 mar. 2018 a 22 fev. 2022) [evid][evid]
- União Brasil (23 fev. 2022 a 21 mar. 2022) — União Brasil nasceu da fusão de DEM e PSL em 2022. [evid]
- PL (22 mar. 2022 a hoje) — último partido registrado pela Câmara (consulta em 2026-10-17); o mandato foi encerrado em 2025-12-18. [evid][evid]
Mensagens citadas pela PF mostram cobranças por parcelas atrasadas do filme em agosto/setembro de 2025 (pelo intermediário Thiago Miranda e por Flávio Bolsonaro em áudio de 08/09/2025) e um print de conversa de Miranda com Eduardo Bolsonaro, de março de 2025, sobre enviar recursos aos EUA.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Flávio Bolsonaro (12 set. 2026): Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2025
- Fonte
- PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse — Agência Brasil (Wellton Máximo), 12 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Mensagens interpretadas pela PF e relatadas pela Agência Brasil; não há acesso às mensagens. A PF apura se os recursos também financiaram a permanência de Eduardo nos EUA - hipótese investigativa, não demonstrada. Flávio e Eduardo negam irregularidades.
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Thiago Miranda, Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado
Segundo a Agencia Brasil (11/09/2026), Mendonca incluiu o senador Flavio Bolsonaro como investigado, em 22 de julho, no inquerito sigiloso (PET vinculada ao INQ 5026) que apura o repasse feito por Daniel Vorcaro para custear a producao do filme Dark Horse, de R$ 61 milhoes; os crimes citados no pedido da PF sao lavagem, evasao de divisas e corrupcao, entre outros; Eduardo Bolsonaro e apontado como possivel beneficiario de parte do dinheiro; a suspeita e que o valor foi disponibilizado a pedido do senador.
Flávio Bolsonaro (11 set. 2026): Segundo a Agência Brasil, Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos a Vorcaro e sustenta que buscar financiamento privado para um filme sobre o pai não é irregular; nega ter dado contrapartida. A reportagem não registra resposta da defesa.
Detalhes da evidência
- Fato
- 22 jul. 2026
- Fonte
- Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Agência Brasil (Felipe Pontes), 11 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- R$ 61 milhões é valor 'repassado' segundo a reportagem; natureza e destino são frente F04. A PF pediu em 15/10/2026 mais 90 dias de prazo (resumo de buscador, não aberto). Flávio não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos e nega contrapartida; a reportagem não registra resposta da defesa. A reportagem diz que Mario Frias não aparece como investigado nesse texto.
- Confirmam
- F05 Busca Dark Horse Prorrogacao
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Daniel Vorcaro, André Mendonça, PGR, Inquérito (PET sigilosa vinculada ao INQ 5026) sobre financiamento do filme Dark Horse com recursos atribuídos a Vorcaro; PF pediu mais 90 dias em 15/10/2026
- Estado
- Revisado
Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
- Fato
- 30 jan. 2024
- Fonte
- Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
- Limites
- Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
- Confirmam
- Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
- Citados
- Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Em 21/03/2025 (Poder360; a Agência Brasil diz "março"), Thiago Miranda enviou a Vorcaro uma captura de tela de conversa atribuída a Eduardo Bolsonaro com orientações sobre como os recursos poderiam ser geridos nos EUA, com referência à disponibilidade de Altieres Santana; segundo a Agência Brasil, a conversa dizia que o ideal seria os recursos já estarem nos EUA e que remessas de empresa brasileira sem orçamento grande teriam de ser feitas aos poucos, em cerca de seis meses; a PGR também citou o diálogo. O Intercept (via Estado de Minas) afirma que Eduardo sugeriu enviar "o máximo possível" de recursos ao exterior.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
- Fato
- 21 mar. 2025
- Fonte
- Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF — Poder360, 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Captura de tela encaminhada por Miranda a Vorcaro; a autoria por Eduardo é atribuição da PF e do intermediário, não perícia. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo e diz que só cedeu direitos de imagem; o diálogo, mesmo autêntico, trata de forma de enviar recursos e não demonstra recebimento por Eduardo nem destino final do dinheiro.
- Confirmam
- PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse; Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato
- Citados
- Thiago Miranda, Daniel Vorcaro, Eduardo Bolsonaro, Altieris Santana
- Estado
- Revisado
Nos arquivos que tiveram o sigilo levantado, manifestação da PGR diz que Eduardo Bolsonaro "orientou" a gestão dos recursos de Dark Horse nos EUA; o Poder360 relata que a PF o aponta como responsável por orientar como o dinheiro de Vorcaro seria gerido nos EUA com base em conversas extraídas do celular de Vorcaro.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
- Fato
- 2025
- Fonte
- Relatório da PF sobre 'Dark Horse' contraria versão de Flávio — Poder360, 12 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Atribuição da PF/PGR com base em mensagens de intermediários, não em ato de Eduardo próprio demonstrado. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo, diz que só cedeu direitos de imagem e que o escritório de Calixto cuidava apenas da gestão burocrática, financeira e legal.
- Confirmam
- Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF
- Citados
- Eduardo Bolsonaro, PGR, Havengate Development Fund LP, Paulo Calixto
- Estado
- Revisado
Segundo a Agência Brasil (cópia no DGABC), Flávio Bolsonaro foi incluído como investigado em 22/07/2026 no inquérito que apura o repasse de R$ 61 milhões de Vorcaro para o filme; o pedido da PF cita lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos; Eduardo Bolsonaro também é alvo, apontado como possível beneficiário de parte do dinheiro; a suspeita é que o valor foi disponibilizado a pedido do senador. A inclusão só se tornou pública com o levantamento de sigilo de 10/09/2026.
Flávio Bolsonaro (13 maio 2026): Em 13/05/2026 Flávio, segundo o Intercept/Brasil 247, classificou o relato de 'É mentira'; em nota do mesmo dia (Poder360) confirmou ter buscado patrocínio privado para um filme privado sobre o pai, com contato iniciado em dezembro de 2024; negou contrapartida, vantagens, recebimento de dinheiro ou vantagem, uso de dinheiro público ou da Lei Rouanet. Não detalhou valores.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Detalhes da evidência
- Fato
- 22 jul. 2026
- Fonte
- Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Diário do Grande ABC, 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- A PF pediu a instauração de uma PET sigilosa vinculada ao INQ 5026; a Agência Brasil não traz a decisão. No dia 23/07 o Estadão (Money Times) dizia que não havia lista formal de investigados; O Tempo e a Gazeta (16-17/10) não afirmam expressamente que Flávio é investigado. A data de inclusão de Eduardo e de Vorcaro como investigados não foi informada. Flávio não nega o pedido de patrocínio e nega contrapartida.
- Confirmam
- Mendonça levanta sigilo de 39 processos no STF e inclui investigação sobre filme Dark Horse; Mendonça levanta sigilo do caso Dark Horse e torna públicas 38 ações; PF avalia fatiar caso Dark Horse, concluir suspeitas contra Daniel Vorcaro e deixar apuração sobre Flávio Bolsonaro para etapa posterior
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, André Mendonça, Polícia Federal, Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado
Alegações, fontes únicas e contestações
O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.
Mensagens citadas pela PF mostram cobranças por parcelas atrasadas do filme em agosto/setembro de 2025 (pelo intermediário Thiago Miranda e por Flávio Bolsonaro em áudio de 08/09/2025) e um print de conversa de Miranda com Eduardo Bolsonaro, de março de 2025, sobre enviar recursos aos EUA.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Flávio Bolsonaro (12 set. 2026): Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais.
Detalhes da evidência
- Fato
- 2025
- Fonte
- PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse — Agência Brasil (Wellton Máximo), 12 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Mensagens interpretadas pela PF e relatadas pela Agência Brasil; não há acesso às mensagens. A PF apura se os recursos também financiaram a permanência de Eduardo nos EUA - hipótese investigativa, não demonstrada. Flávio e Eduardo negam irregularidades.
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Thiago Miranda, Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado
Segundo a Agencia Brasil (11/09/2026), Mendonca incluiu o senador Flavio Bolsonaro como investigado, em 22 de julho, no inquerito sigiloso (PET vinculada ao INQ 5026) que apura o repasse feito por Daniel Vorcaro para custear a producao do filme Dark Horse, de R$ 61 milhoes; os crimes citados no pedido da PF sao lavagem, evasao de divisas e corrupcao, entre outros; Eduardo Bolsonaro e apontado como possivel beneficiario de parte do dinheiro; a suspeita e que o valor foi disponibilizado a pedido do senador.
Flávio Bolsonaro (11 set. 2026): Segundo a Agência Brasil, Flávio Bolsonaro não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos a Vorcaro e sustenta que buscar financiamento privado para um filme sobre o pai não é irregular; nega ter dado contrapartida. A reportagem não registra resposta da defesa.
Detalhes da evidência
- Fato
- 22 jul. 2026
- Fonte
- Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Agência Brasil (Felipe Pontes), 11 set. 2026
- Acesso
- Trecho examinado pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- R$ 61 milhões é valor 'repassado' segundo a reportagem; natureza e destino são frente F04. A PF pediu em 15/10/2026 mais 90 dias de prazo (resumo de buscador, não aberto). Flávio não nega a autenticidade de áudios em que pede recursos e nega contrapartida; a reportagem não registra resposta da defesa. A reportagem diz que Mario Frias não aparece como investigado nesse texto.
- Confirmam
- F05 Busca Dark Horse Prorrogacao
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Daniel Vorcaro, André Mendonça, PGR, Inquérito (PET sigilosa vinculada ao INQ 5026) sobre financiamento do filme Dark Horse com recursos atribuídos a Vorcaro; PF pediu mais 90 dias em 15/10/2026
- Estado
- Revisado
Contrato assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30/01/2024, entre ele, o deputado Mario Frias e a GoUp Entertainment como produtora, o descreve como produtor executivo, com atividades que incluem "envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme" e ajudar a identificar fontes de financiamento (créditos, incentivos fiscais, colocação de produtos, patrocínio). A BBC News Brasil registra que o texto data de novembro de 2023 e que o filme se chamava "O Capitão do Povo".
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Mario Frias (15 maio 2026): A defesa de Frias negou que Eduardo fosse produtor executivo e disse que ele nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento ligado ao filme.
Detalhes da evidência
- Fato
- 30 jan. 2024
- Fonte
- Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato — Estado de Minas, 15 maio 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Trecho
- “envolvimento nas considerações estratégicas relacionadas ao financiamento do filme”
- Limites
- Contrato descrito por reportagem; íntegra não examinada. Eduardo disse ter apenas cedido direitos de imagem e, depois, que assinou o contrato com o cargo mas os planos mudaram; a defesa de Frias nega que ele fosse produtor executivo. A BBC classifica a GoUp do contrato como empresa sediada nos EUA. Cláusula de poder sobre o dinheiro do fundo não foi verificada.
- Confirmam
- Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro
- Citados
- Eduardo Bolsonaro, Mario Frias, Go Up Entertainment LLC
- Estado
- Revisado
Em 21/03/2025 (Poder360; a Agência Brasil diz "março"), Thiago Miranda enviou a Vorcaro uma captura de tela de conversa atribuída a Eduardo Bolsonaro com orientações sobre como os recursos poderiam ser geridos nos EUA, com referência à disponibilidade de Altieres Santana; segundo a Agência Brasil, a conversa dizia que o ideal seria os recursos já estarem nos EUA e que remessas de empresa brasileira sem orçamento grande teriam de ser feitas aos poucos, em cerca de seis meses; a PGR também citou o diálogo. O Intercept (via Estado de Minas) afirma que Eduardo sugeriu enviar "o máximo possível" de recursos ao exterior.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
- Fato
- 21 mar. 2025
- Fonte
- Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF — Poder360, 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Captura de tela encaminhada por Miranda a Vorcaro; a autoria por Eduardo é atribuição da PF e do intermediário, não perícia. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo e diz que só cedeu direitos de imagem; o diálogo, mesmo autêntico, trata de forma de enviar recursos e não demonstra recebimento por Eduardo nem destino final do dinheiro.
- Confirmam
- PF aponta cobranças de Flávio a Vorcaro por filme Dark Horse; Eduardo tinha poder sobre dinheiro do filme de Bolsonaro, revela contrato
- Citados
- Thiago Miranda, Daniel Vorcaro, Eduardo Bolsonaro, Altieris Santana
- Estado
- Revisado
Nos arquivos que tiveram o sigilo levantado, manifestação da PGR diz que Eduardo Bolsonaro "orientou" a gestão dos recursos de Dark Horse nos EUA; o Poder360 relata que a PF o aponta como responsável por orientar como o dinheiro de Vorcaro seria gerido nos EUA com base em conversas extraídas do celular de Vorcaro.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Eduardo Bolsonaro (14 maio 2026): Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
Detalhes da evidência
- Fato
- 2025
- Fonte
- Relatório da PF sobre 'Dark Horse' contraria versão de Flávio — Poder360, 12 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Atribuição da PF/PGR com base em mensagens de intermediários, não em ato de Eduardo próprio demonstrado. Eduardo nega ter recebido dinheiro do fundo, diz que só cedeu direitos de imagem e que o escritório de Calixto cuidava apenas da gestão burocrática, financeira e legal.
- Confirmam
- Eduardo orientou gestão de recursos de "Dark Horse" nos EUA, diz PF
- Citados
- Eduardo Bolsonaro, PGR, Havengate Development Fund LP, Paulo Calixto
- Estado
- Revisado
Segundo a Agência Brasil (cópia no DGABC), Flávio Bolsonaro foi incluído como investigado em 22/07/2026 no inquérito que apura o repasse de R$ 61 milhões de Vorcaro para o filme; o pedido da PF cita lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos; Eduardo Bolsonaro também é alvo, apontado como possível beneficiário de parte do dinheiro; a suspeita é que o valor foi disponibilizado a pedido do senador. A inclusão só se tornou pública com o levantamento de sigilo de 10/09/2026.
Flávio Bolsonaro (13 maio 2026): Em 13/05/2026 Flávio, segundo o Intercept/Brasil 247, classificou o relato de 'É mentira'; em nota do mesmo dia (Poder360) confirmou ter buscado patrocínio privado para um filme privado sobre o pai, com contato iniciado em dezembro de 2024; negou contrapartida, vantagens, recebimento de dinheiro ou vantagem, uso de dinheiro público ou da Lei Rouanet. Não detalhou valores.
Eduardo Bolsonaro (maio 2026): Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
Detalhes da evidência
- Fato
- 22 jul. 2026
- Fonte
- Mendonça incluiu Flávio Bolsonaro como investigado no caso Dark Horse — Diário do Grande ABC, 11 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- A PF pediu a instauração de uma PET sigilosa vinculada ao INQ 5026; a Agência Brasil não traz a decisão. No dia 23/07 o Estadão (Money Times) dizia que não havia lista formal de investigados; O Tempo e a Gazeta (16-17/10) não afirmam expressamente que Flávio é investigado. A data de inclusão de Eduardo e de Vorcaro como investigados não foi informada. Flávio não nega o pedido de patrocínio e nega contrapartida.
- Confirmam
- Mendonça levanta sigilo de 39 processos no STF e inclui investigação sobre filme Dark Horse; Mendonça levanta sigilo do caso Dark Horse e torna públicas 38 ações; PF avalia fatiar caso Dark Horse, concluir suspeitas contra Daniel Vorcaro e deixar apuração sobre Flávio Bolsonaro para etapa posterior
- Citados
- Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, André Mendonça, Polícia Federal, Daniel Vorcaro
- Estado
- Revisado
Resposta
12 set. 2026 · Flávio e Eduardo Bolsonaro negam irregularidades, segundo a Agência Brasil. A matéria não reproduz as notas; são necessárias as declarações originais.
[fonte] maio 2026 · Em redes sociais, segundo a BBC, Eduardo chamou de 'tosca' a história de que recebeu dinheiro do fundo de investimento e disse ter cedido apenas direitos de imagem ('Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo'); segundo a BBC, afirmou ter investido R$ 350 mil próprios no início, reembolsados depois da entrada de investidores; sobre Calixto, disse que tem mais de 40 anos de experiência e que o escritório atua com gestão patrimonial e fundos de investimento.
[fonte] 14 maio 2026 · Eduardo disse em 14/05/2026 que não exerceu posição de gestão ou emprego no fundo e que apenas cedeu direitos de imagem; depois admitiu ter assinado o contrato com o cargo de produtor executivo, dizendo que os planos mudaram (BBC; Estado de Minas).
[fonte] out. 2026 · Segundo o Brasil 247 (17/10/2026), Eduardo nega ter recebido dinheiro de fundo ligado a Vorcaro, diz que seu status imigratório nos EUA não permitiria e que informou às autoridades dos EUA a origem dos fundos que usou. A reportagem não traz data nem canal da fala.
[fonte]