A ata do Comitê de Investimentos do Iprev de 01/12/2023 registra a aprovação de R$ 80 milhões em letras financeiras do Master; segundo a denúncia de Rui Palmeira ao MP de Alagoas e a PF, havia apenas quatro pessoas presentes, embora a lei municipal 5.828/2009 (art. 107) exija sete para instalar a reunião e seis para decidir; a PF diz que a ata registra que a proposta partiu do próprio Master.
Previdência de Maceió aplicou R$ 97 mi no Master na gestão de JHC, diz PF
Poder360 · Juliana Alves · 13 set. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://www.poder360.com.br/poder-justica/previdencia-de-maceio-aplicou-r-97-mi-no-master-na-gestao-de-jhc-diz-pf/
- Descreve o documento
- Representação da Polícia Federal de 06/03/2026 no inquérito sobre as aplicações do Iprev Maceió — íntegra não examinada pelo projeto.
- Notas
- O próprio texto diz que os dados vêm da reportagem, não da representação da PF (não consultada pelo veículo). Cita Pet-16344.
O que este documento sustenta no acervo
A PF diz que a política de investimentos do Iprev previa 0% para ativos bancários em 2023 e até 5% em 2024, e que a posição no Master chegou a cerca de 20% do patrimônio do regime.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF sustenta que a consultoria Crédito & Mercado teve influência na elaboração de análises, no credenciamento e na documentação dos investimentos do Iprev e que houve terceirização ilícita da decisão; a ata do comitê de 29/11/2023 registra a presença de seu dirigente, Renan Calamia, em reunião em que o Master foi apresentado como boa oportunidade, dois dias antes da aprovação de R$ 80 mi; a empresa nega ter sido consultada, ter feito análise ou parecer, ou ter recomendado ou participado da aplicação.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O prefeito de Maceió na época das aplicações era João Henrique Caldas (JHC, PSDB); segundo a Justiça Federal citada pelo Poder360, ele era o responsável legal pela unidade gestora perante o Ministério da Previdência e tinha poder de nomear e exonerar a cúpula do Iprev; a PF não pediu buscas nem bloqueio contra ele e ele não aparece entre os investigados identificados.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em julho de 2026, a Justiça de Alagoas determinou a retirada de JHC de um processo sobre os aportes, por entender que a ação não individualiza conduta dele.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
As letras financeiras do Iprev eram subordinadas, com restrições de prazo e liquidez, e sem cobertura do FGC.
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