Decisão do ministro André Mendonça (STF), assinada em 08/08/2026, sobre busca e bloqueio no caso Iprev Maceió (Pet-16344)
Supremo Tribunal Federal · 8 ago. 2026
DocumentadoDocumento primário
Acesso pelo projeto
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consultado em
17 out. 2026
Notas
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto. O número Pet-16344 vem do Poder360 e se refere ao inquérito; não confirmado em fonte primária.
O que este documento sustenta no acervo
A PF diz que a política de investimentos do Iprev previa 0% para ativos bancários em 2023 e até 5% em 2024, e que a posição no Master chegou a cerca de 20% do patrimônio do regime.
Confirmado por fontes independentesFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio, fonte:f02b-poder360-2026-09-13-maceio e fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos#f02b-maceio-politica-limites
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo a PF, o Banco Master não constava na lista de instituições habilitadas do Ministério da Previdência na data do primeiro aporte (dezembro de 2023) e só entrou em 2024 (abril, segundo o Poder360).
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em 10/08/2026, a PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão no caso do Iprev de Maceió, com autorização do ministro André Mendonça (STF, decisão assinada em 08/08/2026); o ministro determinou o bloqueio de bens de seis investigados até R$ 97 milhões e negou afastamento dos investigados e buscas contra o atual presidente do Iprev e uma ex-chefe de gabinete.
Confirmado por fontes independentesFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio, fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos e fonte:f02b-correiobraziliense-2026-08-11-maceio#f02b-maceio-operacao-2026-08-10
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Os seis investigados no caso Iprev Maceió, segundo a decisão: Ronnie Reyner Teixeira Mota (ex-diretor-presidente, que teria assinado as autorizações dos aportes), Gustavo Antonio Rodrigues de Souza (coordenador-geral de Investimentos), Renan Foglia Calamia (dirigente da consultoria Crédito & Mercado), Marilia Alexandre de Lima Alves (núcleo de governança), Marcelo Brasileiro Santos (Comitê de Investimentos) e João Felipe Alves Borges (Conselho de Administração na época, hoje secretário municipal de Fazenda).
Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Supremo Tribunal Federaldescrito em fonte:f02b-gazetaweb-2026-08-maceio-alvos e fonte:f02b-congressoemfoco-2026-08-10-maceio#f02b-maceio-investigados
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.