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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pagamentos e contratos

Operação ainda não classificada: Daniel Vorcaro → desconhecido (influenciadores não nomeados)

Operação ainda não classificada

Revisado Alegado

Pagador efetivo
Daniel Vorcaro
Origem conhecida dos recursos
A PF sustenta que viria do esquema fraudulento do banco (tese não examinada)
Destinatário contratual
desconhecido (influenciadores não nomeados)
Beneficiário final
Não demonstrado
Intermediário
Mithi (MiThi / Miranda Comunicação), Thiago Miranda
Finalidade declarada
Segundo a PF, pagamento de até R$ 2 milhões a influenciadores para atacar o BC. Miranda diz que era gestão de crise e que os contratos somavam R$ 8 milhões.

Valores por natureza

Proposto, contratado, pago e recebido são coisas diferentes e não se somam.

NaturezaValorBruto/líquidoImpostosDataNotaEvidência
PropostoR$ 2 midesconhecido—dez. 2025 a jan. 2026[evid]

Hipótese investigativa

De quem: PF (decisão de Mendonça, via InfoMoney). Campanha de desinformação contra o Banco Central, com intimidação de quem recusou.

Hipótese não é fato demonstrado.

Segundo documentos da 10ª fase da Operação Compliance Zero (9/7/2026, autorizada por André Mendonça), a PF indica que Vorcaro ofereceu até R$ 2 milhões a influenciadores para atacar o Banco Central nas redes, no chamado 'Projeto DV', e teria intimidado os que recusaram; a PF atribui a coordenação ao publicitário Thiago Miranda (Miranda Comunicação/Mithi).

AlegadoGraveFonte: InfoMoney · original (abre em nova aba)seções 'O que a PF afirma' e 'Projeto DV'#f07-pf-projeto-dv-influenciadores-2mi

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Thiago Miranda (10 jul. 2026): A defesa de Miranda negou qualquer ilegalidade e afirmou que, embora a investigação esteja em curso, não é correto antecipar culpa; em maio disse que o objetivo do Projeto DV não era atacar autoridades ou órgãos de Estado, que era gestão de crise de imagem, que os contratos proibiam ataques a órgãos públicos e que os contratos com oito influenciadores, assinados em dezembro de 2025, foram cancelados em janeiro de 2026 (esta última informação é de buscas jornalísticas, não de página lida). Na Gazeta do Povo, após o documentário, disse atuar dentro da lei.
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025 a jan. 2026
Fonte
Vorcaro oferecia até R$ 2 mi a influenciadores para atacar o Banco Central, diz PF — InfoMoney (Caio César), 10 jul. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Hipótese da PF, descrita por reportagens; decisão e relatório não examinados. As reportagens citadas se apoiam na mesma decisão: não são confirmações independentes. 'Até R$ 2 milhões' é teto de proposta/contrato (Seu Dinheiro diz 'por publicação'; InfoMoney e Gazeta do Povo dizem 'até', e Gazeta diz que 'ao menos um perfil teria recebido' R$ 2 milhões): conflito de redação entre fontes; não é valor pago demonstrado. Influenciadores não nomeados nessas fontes. A origem dos recursos ('fraudes investigadas no banco', para InfoMoney e Seu Dinheiro) é uma tese da PF não examinada.
Confirmam
De dossiê contra CEO do Itaú a influenciadores: os alvos de intimidação por Vorcaro e os pagamentos bilionários para promover o Banco Master; Vorcaro cooptou cerca de 50 influenciadores e planejou produzir filme sobre o caso Master
Citados
Daniel Vorcaro, Thiago Miranda, Mithi (MiThi / Miranda Comunicação), Banco Central, Polícia Federal
Estado
Revisado

Versão dos envolvidos

Thiago Miranda (10 jul. 2026): A defesa de Miranda negou qualquer ilegalidade e afirmou que, embora a investigação esteja em curso, não é correto antecipar culpa; em maio disse que o objetivo do Projeto DV não era atacar autoridades ou órgãos de Estado, que era gestão de crise de imagem, que os contratos proibiam ataques a órgãos públicos e que os contratos com oito influenciadores, assinados em dezembro de 2025, foram cancelados em janeiro de 2026 (esta última informação é de buscas jornalísticas, não de página lida). Na Gazeta do Povo, após o documentário, disse atuar dentro da lei.

Conciliação

R$ 2 milhões é TETO por perfil (um perfil teria recebido esse valor, segundo Gazeta do Povo; Seu Dinheiro escreve 'por publicação'). Destinatário real é perfil não nomeado: o campo contratual aponta Miranda por ser o intermediário descrito, não por ter recebido. R$ 8 milhões (contratos) é soma declarada por Miranda ou pela Folha de valores previstos, não somada aqui.

Não somar com: Operação ainda não classificada: Super Empreendimentos → desconhecido (Thiago Miranda pessoa física ou Mithi, conforme a versão); Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → GPS Brasília; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → BN Publicidade e Marketing; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → Not Journal

Mesmo fluxo: Operação ainda não classificada: Super Empreendimentos → desconhecido (Thiago Miranda pessoa física ou Mithi, conforme a versão); Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → GPS Brasília; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → BN Publicidade e Marketing; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → Not Journal

Evidências

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