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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pagamentos e contratos

Compra de participação: Fundo Arleen → Maridt Participações

Compra de participação

Revisado Contestado

Pagador efetivo
Fundo Arleen
Origem conhecida dos recursos
segundo mensagens e proposta de delação rejeitada, recursos de Vorcaro (alegado); segundo piauí/PF, o fundo recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro (hipótese)
Destinatário contratual
Maridt Participações
Beneficiário final
Não demonstrado
Intermediário
Reag Investimentos
Finalidade declarada
Compra de participação da Maridt (33%) no resort Tayayá; Toffoli diz que as vendas foram a valor de mercado e declaradas à Receita.

Valores por natureza

Proposto, contratado, pago e recebido são coisas diferentes e não se somam.

NaturezaValorBruto/líquidoImpostosDataNotaEvidência
ContratadoR$ 20 midesconhecido—2021[evid]
PagoR$ 20 midesconhecido—2021[evid]
ContratadoR$ 35 midesconhecido—2021[evid]

Hipótese investigativa

De quem: PF, via piauí/Folhapress (Paraná Urgente, 11/09/2026) e Gazeta do Povo (29/09/2026). A PF investiga se Toffoli é o real proprietário ou beneficiário final do fundo Arleen e apura se Vorcaro tentou influenciar voto de Toffoli em outro caso; Toffoli nega recursos no exterior e favorecimento.

Hipótese não é fato demonstrado.

Segundo relatório da PF revelado pela revista piauí, o fundo Arleen recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro e a PF investiga se Toffoli é o real proprietário ou beneficiário final do fundo; em dezembro de 2025 os ativos foram transferidos para a Égide I Holding, nas Ilhas Virgens Britânicas.

AlegadoGraveFonte: Paraná Urgente (Folhapress/piauí) · original (abre em nova aba)seções de valores e cronologia#f04-arleen-35mi-pf
Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025
Fonte
PF aponta Toffoli como dono oculto de R$ 35 mi do Banco Master em offshore no Caribe; esquema envolve resort no PR — Paraná Urgente (Folhapress/piauí), 11 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Hipótese investigativa da PF, não conclusão: a própria matéria diz que a PF 'aponta elementos que sugerem' interpostas pessoas. Relatório não reproduzido. O título do veículo ('dono oculto') vai além do corpo. O gabinete de Toffoli nega recursos no exterior e diz que o relatório foi arquivado e que os demais dez ministros não viram motivo de suspeição (12/02/2026).
Citados
Fundo Arleen, Daniel Vorcaro, Dias Toffoli, Polícia Federal
Estado
Revisado

Versão dos envolvidos

Dias Toffoli (11 set. 2026): Diz que os repasses da Maridt foram lícitos, declarados à Receita e rastreáveis; que a Maridt é empresa familiar e as vendas foram a valor de mercado; nega ter mantido recursos no exterior ou operado nas Ilhas Virgens Britânicas, nega favorecimento e informa que os demais dez ministros do STF não viram motivo de suspeição em 12/02/2026.

Conciliação

R$ 20 milhões (preço/aporte desembolsado, 2021) e R$ 35 milhões (valor combinado, segundo delação, dos quais R$ 15 milhões pendentes) descrevem o mesmo negocio: R$ 20 milhões + R$ 15 milhões = R$ 35 milhões, não R$ 55 milhões. O R$ 35 milhões que o piauí diz ter sido recebido pelo fundo de Vorcaro e outra afirmação (aporte no fundo) e não deve ser somada. A destinatária contratual é a Maridt (empresa dos irmãos de Toffoli); Toffoli admite ter recebido valores da Maridt após a venda, mas o valor que recebeu não é informado: nenhuma fonte demonstra beneficiário final. A revenda do fundo a Alberto Leite (2024-2025, preço não informado) e a venda do resort em 2025 (estimada em R$ 3,5 milhões pelo ND Mais) não foram registradas como transação.

Evidências

id permanente: tx:f04-arleen-maridt-tayaya-2021