Segundo O Fator (09/01/2026), a Prevcon aplicou R$ 14 milhões em letras financeiras do Master em maio de 2024 e tinha, junto ao banco, saldo de cerca de R$ 16,5 milhões (rendimentos de cerca de R$ 2,5 milhões), equivalente a 2,78% do patrimônio de R$ 593,9 milhões do último relatório da carteira divulgado em outubro; os títulos não têm cobertura do FGC.
Detalhes da evidência
- Fato
- 31 out. 2025
- Fonte
- A cidade mineira que terá de cobrir rombo previdenciário causado por investimento no Master — O Fator, 9 jan. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Valor exato R$ 16.520.372,81, data 31/10/2025 e 'planilha da assessoria de investimentos' NÃO constam na página do O Fator nem nas demais fontes abertas (Itatiaia fala em R$ 14 milhões e 2,7% do patrimônio de R$ 593 milhões; Correio de Minas em 'exposição de R$ 16,5 milhões'). O jornal chama os R$ 16,5 milhões de 'rombo/prejuízo' na própria narração, sem documento: tratar como saldo exposto, não como perda reconhecida.
- Confirmam
- Prefeitura mineira perdeu mais com fim do Master que município paulista alvo da PF por gestão temerária; Bertha Maakaroun: quem pagará a conta dos investimentos no Master feitos por institutos de previdência de estados e municípios; Presidente da PREVCON esclarece situação da previdência municipal durante 42ª reunião do plenário
- Citados
- Prevcon (regime próprio de previdência dos servidores municipais de Congonhas), Banco Master, FGC, Município de Congonhas
- Estado
- Revisado