O que este documento sustenta no acervo
O Itaprevi, de Itaguaí, aplicou cerca de R$ 59,6 milhões em letras financeiras do Master entre junho e julho de 2024, mais de 20% da carteira, com prazo estimado de dez anos e classificação de risco especulativa B+.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O TCE-RJ apontou, no caso do Itaprevi, ausência de estudos técnicos que justificassem as aplicações, alteração da política de investimentos (o limite para letras financeiras subiu de 2% para 20% da carteira e foi retirada a exigência de classificação de risco mínima), possíveis irregularidades no credenciamento do banco, decisão contraria as recomendações da consultoria e credenciamento com documentos produzidos pela própria instituição financeira.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Os aportes da Cedae no Master são investigados pelo TCE-RJ (denúncia sobre a política de investimentos e a escolha de instituição de rating inferior, com notificação em fevereiro de 2026) e pela CVM, e são alvo de uma ação popular, segundo as reportagens.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em julho de 2025, segundo o levantamento do TCE-RJ resumido pelo Boletim RJ, o Master aparecia como emissor ou administrador de fundos que somavam R$ 2,618 bilhões, mais de 25% dos recursos do Rioprevidência (letras de R$ 970 mi e fundo Arena de R$ 600 mi; o instituto chegou a deter 99,8% do patrimônio do Arena); o relator Graciosa classificou a gestão como 'temerária', e o plenário determinou notificações, tomada de contas especial e recomendou o afastamento de dirigentes.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência) (18 jun. 2026): O instituto diz tratar a recuperação como prioridade, confirma o resgate de ~R$ 1,4 bi de fundo administrado pelo Master em dezembro/2025 e que a decisão de retenção de R$ 970 mi segue valida; não confirmou nem negou os resgates de agosto (Revolution/Horizonte) e invocou sigilo para não afetar a precificação dos ativos.
O TCE-RJ emitiu parecer prévio contrário às contas de 2025 do então governador Cláudio Castro; entre os achados, superavaliação de R$ 1,131 bilhão no ativo circulante do Estado por falta de provisão para perdas, ajuste a valor justo ou redução ao valor recuperável dos investimentos ligados ao Master, ressalvando que nem todas as distorções decorrem apenas do Master.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
O levantamento do TCE-RJ sobre operações do Estado e de municípios com o Master foi aprovado na sessão de 19/11/2025, com 30 dias úteis para o corpo instrutivo mapear os órgãos; a Tribuna do Sertão atribui a proposta ao conselheiro José Graciosa e o Boletim RJ diz que o presidente do tribunal, conselheiro Márcio Pacheco, solicitou o levantamento; o título da matéria cita 'estado e 91 municípios' mas o corpo do texto não traz o número nem lista.
Em edição do Diário Oficial de 05/10/2026 o governador em exercício Ricardo Couto suspendeu cautelarmente os descontos em folha de consignados do Banco Master e do Credcesta, para apurar cobranças indevidas, em duplicidade ou com indícios de fraude, com prazos de 15 dias úteis para reclamação dos servidores e 5 dias úteis para as instituições; o TCE-RJ analisa dois processos sobre o Credcesta.
CARE11 é o código de negociação do Brazilian Graveyard & Death Care Services Fundo de Investimento Imobiliário (B3), com carteira quase toda em cemitérios e funerárias.