Pular para o conteúdo
Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pessoas

Sidnei Corrêa Marques

Relator do voto do BC de 2019 que rejeitou a transferência do controle do Máxima a Vorcaro.

Documentado

Estar neste acervo não significa ter cometido crime. Esta ficha mostra só o que os documentos sustentam, com a fonte ao lado, a situação processual por processo e data, e a resposta da pessoa.

Quem é

  • diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central (relator do voto BCB nº 20/2019) — Banco Central (2017 a 2019) [evid] [evid]
  • diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução — Banco Central (? a fev. 2019) [evid] [evid]

O Banco Central rejeitou em 2019 o pedido de Vorcaro para assumir o controle do Banco Máxima: o voto BCB nº 20/2019, do diretor de Organização do Sistema Financeiro Sidnei Corrêa Marques, apontou origem dos recursos não comprovada e capacidade financeira insuficiente, e que parte relevante do dinheiro usado vinha do próprio Máxima.

Confirmado por fontes independentesFonte: Let's Money · original (abre em nova aba)tópico «Vote BCB nº 20/2019»; reportagem original do Valor de 17/04/2026 não aberta#f01-voto-bc-20-2019-rejeicao
Detalhes da evidência
Fato
fev. 2019
Fonte
Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio banco — Let's Money (Gabriel Pereira), 20 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Data exata do voto diverge entre as reportagens: 13/01/2019 (Let's Money, texto de 20/04), 13/02/2019 (Let's Money, texto de 14/04) e «fevereiro de 2019» (Folha, O Globo). Votos obtidos pela LAI e descritos pela imprensa, com trechos tarjados; íntegra não examinada. A Agência Pública situa a rejeição em 2017, o que não se sustenta frente às demais fontes.
Confirmam
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima; Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC; Caso Master: BC divulga votos que mostram como Vorcaro conseguiu autorização para assumir controle do banco
Citados
Daniel Vorcaro, Sidnei Corrêa Marques, Banco Central, Banco Master
Estado
Revisado

Fatos comprovados ou confirmados

O Banco Central rejeitou em 2019 o pedido de Vorcaro para assumir o controle do Banco Máxima: o voto BCB nº 20/2019, do diretor de Organização do Sistema Financeiro Sidnei Corrêa Marques, apontou origem dos recursos não comprovada e capacidade financeira insuficiente, e que parte relevante do dinheiro usado vinha do próprio Máxima.

Confirmado por fontes independentesFonte: Let's Money · original (abre em nova aba)tópico «Vote BCB nº 20/2019»; reportagem original do Valor de 17/04/2026 não aberta#f01-voto-bc-20-2019-rejeicao
Detalhes da evidência
Fato
fev. 2019
Fonte
Vorcaro tentou comprar Máxima com dinheiro do próprio banco — Let's Money (Gabriel Pereira), 20 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Data exata do voto diverge entre as reportagens: 13/01/2019 (Let's Money, texto de 20/04), 13/02/2019 (Let's Money, texto de 14/04) e «fevereiro de 2019» (Folha, O Globo). Votos obtidos pela LAI e descritos pela imprensa, com trechos tarjados; íntegra não examinada. A Agência Pública situa a rejeição em 2017, o que não se sustenta frente às demais fontes.
Confirmam
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima; Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC; Caso Master: BC divulga votos que mostram como Vorcaro conseguiu autorização para assumir controle do banco
Citados
Daniel Vorcaro, Sidnei Corrêa Marques, Banco Central, Banco Master
Estado
Revisado

Alegações, fontes únicas e contestações

O que segue não está demonstrado. Cada item diz quem afirma e se houve resposta.

Vorcaro entrou no Banco Máxima em agosto de 2017 com 20% (participação qualificada), em decisão monocrática do diretor Sidnei Corrêa Marques, e em 15/09/2017 negociou a compra das ações de Saul Sabbá (56,87%) por R$ 40 milhões; o pagamento passou a ser R$ 36 milhões em cotas do fundo Brazil Realty e R$ 4 milhões em dinheiro.

Fonte únicaFonte: Jornal de Brasília (Folhapress) · original (abre em nova aba)linha do tempo e valores da reportagem (Folhapress)#f01-entrada-vorcaro-2017
Detalhes da evidência
Fato
15 set. 2017
Fonte
Vorcaro já usava ciranda financeira ao comprar banco que virou o Master, mostra BC — Jornal de Brasília (Folhapress) (Nathalia Garcia), 18 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A entrada de ago/2017 vem de quadro do Let's Money (a partir do Valor); o contrato de 15/09/2017 e os valores vêm da Folhapress. Documentos do BC descritos por reportagem, íntegra não examinada. As duas reportagens relatam documentos da mesma origem (extratos de votos do BC), portanto não são confirmação plenamente independente.
Confirmam
Como o BC passou do veto ao aval na compra do Máxima
Citados
Daniel Vorcaro, Saul Dutra Sabbá, Sidnei Corrêa Marques, Banco Master, Brazil Realty (fundo de investimento imobiliário)
Estado
Revisado

Segundo o Seu Dinheiro (13/12/2018), Sidnei Corrêa Marques era diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC havia oito anos, pediu para sair e permaneceria até a aprovação do sucessor, João Manoel Pinho de Mello.

Fonte únicaFonte: Seu Dinheiro · original (abre em nova aba)texto da matéria#f15-L4-sidnei-diorf
Detalhes da evidência
Fato
13 dez. 2018
Fonte
Diretoria do BC de Roberto Campos Neto vai tomando forma — Seu Dinheiro, 13 dez. 2018
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Página examinada; datas conforme o texto.
Citados
Sidnei Corrêa Marques, João Manoel Pinho de Mello, Banco Central
Estado
Documentado

Resposta

Nenhuma resposta pública localizada até a última verificação. Como enviar uma resposta.

O que ainda não se sabe

  • Período exato como diretor.
  • Participação nas decisões de 2017 só descrita pela imprensa.