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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Pagamentos e contratos

Contrato do ICB com a Prefeitura de São Paulo para Wi-Fi (R$ 108 milhões): contexto, não pagamento ao filme

Operação ainda não classificada

Revisado Alegado

Pagador efetivo
Prefeitura de São Paulo
Origem conhecida dos recursos
orçamento municipal (contrato)
Destinatário contratual
Instituto Conhecer Brasil (ICB)
Beneficiário final
Não demonstrado
Finalidade declarada
Instalação e manutenção de 5 mil pontos de Wi-Fi na periferia (Pública).

Valores por natureza

Proposto, contratado, pago e recebido são coisas diferentes e não se somam.

NaturezaValorBruto/líquidoImpostosDataNotaEvidência
ContratadoR$ 108 midesconhecido—data não informadaValor do contrato, não de pagamento; a Pública não informa data, signatários nem valor pago. A hipótese de desvio para o filme é do Metrópoles (investigação da Polícia Civil/MP-SP), sem documento aberto. Tema da frente F12.[evid]

Hipótese investigativa

De quem: segundo o Metrópoles (12/06/2026); investigação da Polícia Civil/MP-SP não aberta pelo projeto. Suspeita de que parte do dinheiro do contrato tenha financiado o filme.

Hipótese não é fato demonstrado.

A Agência Pública registra que o ICB, onde Karina é diretora, tem contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar pontos de Wi-Fi na periferia, sob investigação do Ministério Público de São Paulo; o Metrópoles escreve que o ICB é investigado por suspeita de ter desviado dinheiro desse contrato para financiar o filme e que a Polícia Civil realizou operação em 01/06/2026 associada à representante do ICB.

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)Pública, tabela "Contratos com a Prefeitura"; Metrópoles, "Contexto da investigação"#f11-icb-contrato-108
Detalhes da evidência
Fato
2024
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A Pública não informa a data nem os signatários do contrato; o Metrópoles associa a operação da Polícia Civil à representante do ICB sem detalhar o inquérito; nenhum documento da Polícia Civil ou do MP-SP foi aberto. Tema de F12 (São Paulo). Registrado só para delimitar a hipótese e evitar fusão com o dinheiro de Vorcaro.
Confirmam
Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Prefeitura de São Paulo
Estado
Revisado

Versão dos envolvidos

Go Up Entertainment LLC (out. 2026): A defesa da Go Up declarou que 'a perícia irá revelar a lisura e legalidade de todas as captações do financiamento desta obra extraordinária' (Brasil 247/G1, 17/10/2026); a defesa de Karina diz que a produção ocorreu dentro da legalidade e que a equipe pretende colaborar pelos canais oficiais. Em 18/05/2026 a Agência Pública registrou que o dinheiro pedido a Vorcaro 'jamais chegou aos cofres' da produtora e que Karina descreveu o apoio de Vorcaro como natural no mercado audiovisual; em junho o laudo contratado pela própria Go Up passou a declarar US$ 13,3 mi enviados ao projeto pelo Havengate. As versões não foram conciliadas pela produtora nas fontes lidas.

Conciliação

Fluxos da frente de emendas parlamentares/ICB/Go7 (Operação Make Up e contrato do ICB com a Prefeitura de São Paulo). São hipótese separada do dinheiro de Vorcaro: a PF diz não haver comprovação de origem direta entre os recursos do ICB e os repasses à produtora. Não somar entre si nem com as linhas do grupo conc:dark-horse.

Não somar com: Emendas Pix de 2024 destinadas à ANC (R$ 2,6 milhões; não repassadas, segundo a Pública); Emendas de Mario Frias ao ICB (R$ 2 milhões, segundo o Estadão); ICB para Go7: ao menos R$ 1 milhão (01/12/2025 a 02/02/2026); NTT Brasil para a GoUp: R$ 750 mil; Mario Frias para a GoUp: R$ 645,4 mil (origem do dinheiro não esclarecida)

Mesmo fluxo: Emendas Pix de 2024 destinadas à ANC (R$ 2,6 milhões; não repassadas, segundo a Pública); Emendas de Mario Frias ao ICB (R$ 2 milhões, segundo o Estadão); ICB para Go7: ao menos R$ 1 milhão (01/12/2025 a 02/02/2026); NTT Brasil para a GoUp: R$ 750 mil; Mario Frias para a GoUp: R$ 645,4 mil (origem do dinheiro não esclarecida)

Evidências

A Agência Pública registra que o ICB, onde Karina é diretora, tem contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para instalar pontos de Wi-Fi na periferia, sob investigação do Ministério Público de São Paulo; o Metrópoles escreve que o ICB é investigado por suspeita de ter desviado dinheiro desse contrato para financiar o filme e que a Polícia Civil realizou operação em 01/06/2026 associada à representante do ICB.

Fonte únicaFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)Pública, tabela "Contratos com a Prefeitura"; Metrópoles, "Contexto da investigação"#f11-icb-contrato-108
Detalhes da evidência
Fato
2024
Fonte
Os laços da dona da produtora de Dark Horse com Mario Frias, Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas — Agência Pública (Natalia Viana), 18 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A Pública não informa a data nem os signatários do contrato; o Metrópoles associa a operação da Polícia Civil à representante do ICB sem detalhar o inquérito; nenhum documento da Polícia Civil ou do MP-SP foi aberto. Tema de F12 (São Paulo). Registrado só para delimitar a hipótese e evitar fusão com o dinheiro de Vorcaro.
Confirmam
Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro
Citados
Instituto Conhecer Brasil (ICB), Karina Gama, Prefeitura de São Paulo
Estado
Revisado

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