Outras evidências que citam esta entidade
Segundo a PF, o RPPS de Cajamar investiu R$ 107 milhões em quatro letras financeiras, sendo R$ 87 milhões do Master e o restante do Banco Daycoval, entre agosto de 2023 e março de 2024, com prazos de oito a dez anos indexados ao IPCA; o total corresponde a 19,56% do patrimônio líquido do fundo.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em 13/05/2026, a PF deflagrou a Operação Off-Balance sobre a aplicação de recursos do IPSSC de Cajamar, com seis mandados de busca e apreensão em Cajamar, Boituva e São Paulo, por ordem da 9a Vara Criminal Federal de São Paulo; pessoas ligadas a previdência foram afastadas dos cargos e tiveram bens bloqueados; a PF apura gestão temerária e fraudulenta.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
A PF afirma que os gestores falharam em praticamente todas as etapas do processo de investimento: não analisaram adequadamente os emissores nem os riscos, não justificaram as escolhas nem fixaram critérios objetivos, a política de investimentos não previa limites de concentração por emissor e não se verificou a liquidez dos papéis.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Os alvos da Operação Off-Balance foram Luiz Henrique Miranda Teixeira (diretor-executivo), Milton Marques Dias (diretor administrativo e financeiro) e Marcelo Ribas de Oliveira (área de benefícios e presidente do comitê de investimentos), que, segundo a reportagem, participaram do processo decisório e assinaram os investimentos; todos são investigados.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Em nota assinada por Marcelo Ribas, então presidente do comitê de investimentos, o IPSSC atribuiu a responsabilidade a falha sistêmica do aparato de regulação federal (Banco Central, CVM e Secretaria de Previdência), disse que não trabalha com a premissa da perda e que buscara o ressarcimento integral; em 21/11/2025 afirmou que os investimentos seguiram rigorosas cautelas legais e análises técnicas.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Segundo a ICL Notícias, uma ação judicial sobre o fundo previdenciário de Cajamar pediu explicações ao instituto; a Justiça negou cautelares mais duras e determinou a apresentação de documentos; a reportagem cita o investimento como 12% do patrimônio.
Em nota de 14/04/2025, a 1ª Procuradoria do MPC-SP informou representações ao TCE-SP (protocoladas em 09/04/2025) sobre letras financeiras do Banco Master em cinco institutos de previdência paulistas, com base no CADPREV: Araras (R$ 29 milhões), Cajamar (R$ 87 milhões, mais de 15% da carteira), Santa Rita d'Oeste (R$ 2 milhões), Santo Antônio de Posse (R$ 7 milhões) e São Roque (R$ 93,15 milhões, mais de 18% da carteira, em menos de seis meses), total aproximado de R$ 218 milhões.
Segundo o BNews SP (31/01/2026, informação atribuída à CNN Brasil), o Ministério Público de São Paulo abriu investigações sobre as aplicações dos institutos de Cajamar, Araras, Santo Antônio de Posse e Santa Rita d'Oeste no Master, com as representações encaminhadas ao TCE; apura se os aportes, formalmente dentro do limite de 20%, representam risco ao patrimônio previdenciário; Araras e Cajamar afirmaram estar adotando providências e garantiram os pagamentos.