A Prefeitura de Congonhas (gestão Cabido) informou em janeiro de 2026 que 'não será exigido do município promover qualquer aporte financeiro ou complementação de recursos' pela liquidação do Master, citando rentabilidade de 7,5% da carteira em 2025 (sem contar o Master) e patrimônio de R$ 598,7 milhões; o Ministério da Previdência Social afirma que o ente federativo é o garantidor final do sistema, sem necessidade de aporte imediato.
Detalhes da evidência
- Fato
- jan. 2026
- Fonte
- Por que prefeitura de MG decidiu não cobrir rombo milionário causado por crise do Banco Master — O Fator (Guilherme Peixoto), 19 jan. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Posição da prefeitura, não decisão do tesouro nem do Ministério sobre a Prevcon; o Ministério fala em termos gerais (Lei 9.717/1998). O aporte pode ser exigido no futuro se faltarem recursos para benefícios (Itatiaia).
- Confirmam
- A cidade mineira que terá de cobrir rombo previdenciário causado por investimento no Master; Bertha Maakaroun: quem pagará a conta dos investimentos no Master feitos por institutos de previdência de estados e municípios
- Citados
- Município de Congonhas, Prevcon (regime próprio de previdência dos servidores municipais de Congonhas), Anderson Cabido
- Estado
- Revisado