A PF atribui a Ronnie Reyner Teixeira Mota, diretor-presidente a época, a assinatura das autorizações de aplicação e resgate e o poder de decisão final sobre as alocações, e cita movimentações atípicas em relatório de inteligência financeira (RIF) incompatíveis com a renda declarada, como depósitos fracionados e pagamentos em dinheiro por veículos e imóveis.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Detalhes da evidência
- Fato
- dez. 2023
- Fonte
- Representação da Polícia Federal de 06/03/2026 no inquérito sobre as aplicações do Iprev Maceió — Polícia Federal, 6 mar. 2026
- Acesso
- Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Alegação da PF em representação, não examinada pelo projeto. O RIF não é prova de ilícito e o projeto não leu o relatório. Nenhuma das reportagens traz manifestação de Ronnie Mota; o Poder360 diz não ter encontrado contato. Não há APR nem ato de autorização examinado.
- Confirmam
- PF mira fundo de Maceió por aplicação de R$ 97 milhões no Master; PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master
- Citados
- Ronnie Reyner Teixeira Mota, Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Maceió (Iprev)
- Estado
- Documentado