A auditoria interna da Cedae, concluída em 28/05/2026, aponta possível prejuízo de R$ 222,1 milhões com as aplicações no Master; outras reportagens falam em mais de R$ 220 milhões, sem detalhar a composição.
Cedae vai instaurar processo administrativo para ressarcir cofres públicos dos prejuízos causados pelos investimentos no Banco Master
Brasil de Fato · 2 jun. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://www.brasildefato.com.br/2026/06/02/cedae-vai-instaurar-processo-administrativo-para-ressarcir-cofres-publicos-dos-prejuizos-causados-pelos-investimentos-no-banco-master/
O que este documento sustenta no acervo
Segundo o Tempo Real RJ, diretorias da Cedae eram ocupadas por indicações de aliados de Cláudio Castro, do então vice-governador Thiago Pampolha e do ex-secretário Nicola Miccione (PL); a gestão que assumiu em 2026 diz ter retirado indicações políticas da diretoria financeira.
A gestão da Cedae que assumiu em abril de 2026 exonerou os responsáveis pelos aportes, alterou a política de investimentos, abriu apuração interna (sindicância com prazo de 30 dias e tomada de contas para identificar responsáveis e buscar ressarcimento) e recomendou o envio do relatório ao TCE-RJ e ao MPRJ; contratou sem licitação escritórios de advocacia para recuperar o crédito, em valor que a ICL estima em mais de R$ 10 milhões.
O pedido de CPI do Master na Alerj foi protocolado em 06/05/2026 e sua instalação, prevista a partir de 11/05, foi adiada por decisão judicial, segundo o Brasil de Fato; o deputado Flávio Serafini (PSOL) cobrava a instalação.
id permanente: fonte:f14-cedae-bdf-2026-06-02