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Tropa do VorcaroAcervo do caso Banco Master

Biblioteca documental

PF aponta interferência de Ibaneis Rocha na tentativa de compra do Banco Master

Brasil de Fato · 13 out. 2026

Documentado Fonte secundária

Acesso pelo projeto
Trecho examinado pelo projeto
Consultado em
17 out. 2026
Endereço original
https://www.brasildefato.com.br/2026/10/13/pf-aponta-interferencia-de-ibaneis-rocha-na-tentativa-de-compra-do-banco-master/
Descreve o documento
Relatório da PF enviado ao STF sobre a tentativa de compra do Master pelo BRB (sigilo retirado em 09/10/2026) — íntegra não examinada pelo projeto.

O que este documento sustenta no acervo

Segundo relatório da PF ao STF, cujo sigilo foi retirado em 09/10/2026, Ibaneis Rocha teria autorizado valores de aumento de capital do BRB, definido a estratégia de expansão e validado decisões operacionais críticas, com decisões estratégicas do banco público submetidas a ele antes de serem tomadas; teria ainda articulado com agentes privados. A reportagem ressalta que ele e citado poucas vezes e que o documento e da PF, não decisão judicial.

ContestadoGraveFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção Papel de Ibaneis Rocha#f03-pf-ibaneis-papel-bdf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Ibaneis Rocha (out. 2026): A defesa, conduzida pelo advogado Antonio Carlos de Almeida Castro (Kakay), nega pressão ou ingerência nas operações do BRB, diz que o presidente do banco tinha autonomia, que Ibaneis não é interlocutor direto de Vorcaro e que e citado poucas vezes (quatro, segundo a defesa) no relatório.

Segundo o relatório da PF, em 23/01/2025 houve reunião em Zurique (Suíça) com Ibaneis Rocha, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro e um quarto participante identificado como 'Leonardo'; em 20/01/2025 Costa havia pedido a reunião a Vorcaro a pedido de Ibaneis, e em 25/10/2024 já haviam conversado sobre reestruturação do Master e entrada de novos sócios.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Ibaneis Rocha (out. 2026): A defesa, conduzida pelo advogado Antonio Carlos de Almeida Castro (Kakay), nega pressão ou ingerência nas operações do BRB, diz que o presidente do banco tinha autonomia, que Ibaneis não é interlocutor direto de Vorcaro e que e citado poucas vezes (quatro, segundo a defesa) no relatório.

id permanente: fonte:f03-brasildefato-2026-10-13-ibaneis